Texto extraído do Jornal Estudantil
Vivendo no ápice das
serefestas, o Município de Anapurus cresce economicamente com esse servível
meio de empreendimento.
Decorrente
da busca por melhorias na área econômica, as serefestas são formas fáceis e
simples de se garantir um lucro na sociedade anapuruense. Com um consumo
considerável de bebidas, cerca de 40 a 50 grades de cervejas por festa, e com
duração média de quatro horas cada evento. As serefestas representam uma forma
de lazer e divertimento, já que, em municípios pequenos iguais a Anapurus, as
alternativas de laser são reduzidíssimas. Por esse motivo, a realização desses
eventos é constante na Cidade, o que contribui para a economia local, já que
muitas pessoas (pais de família) são contratadas pelos organizadores para
desenvolverem alguma atividade durante os eventos. Em busca de novas
informações sobre o desenvolvimento dessa atividade comercial, a equipe do JE
(economia) ouviu o senhor Alberto da Silva Carvalho, mais conhecido como “Alberto
Bar”, que há muito tempo trabalha no ramo. Ele cita o fato de o negócio
proporcionar ganhos e perdas àqueles que também se ocupam com negócios dessa
natureza. “Depende. Porque a gente ganha e perde, pois festa é um jogo” relatou
o mesmo. Já em entrevista ao senhor Raimundo Nonato de Sousa Araujo, mais
conhecido como “Kacique Bar”, o mesmo relatou que nesses eventos o maior público
é adulto, e que a presença de pouquíssimos jovens se dá pelo fato de eles
gostarem mais de “PANCADÃO”. O comerciante deixa claro que as serefestas são
realizadas visando ao público adulto, e que a presença de casais acontece de
forma significativa. Segundo outro entrevistado, o Sr. Francisco, dono do
Sapucaia Bar, a concorrência, a cada dia, fica maior devido às inúmeras serefestas que
são realizadas na Cidade; e com isso alguns donos de bares saem prejudicados
por não serem os únicos a investir na área.
Esses
foram os proprietários de bares que aceitaram falar com a Equipe. A sociedade
não poderia deixar de ser ouvida a respeito desses eventos festivos, e para
isso o JE ouviu a professora e comerciante Rosa Amália Marques Monteles, a
qual, como moradora próxima a locais onde são realizados tais eventos, deixa
seu posicionamento diante do assunto. A professora disse que, como para muitos
que vivem a mesma situação dela, nos dias em que são realizados tais eventos o
incômodo é um ponto negativo, e que, às vezes, é necessário chamar a polícia
para controlar o barulho produzido pelos aparelhos sonoros. Para a mesma, esses
eventos ajudam a caracterizar a cidade como local para farrear, já que, segundo
ela, são realizadas tantas festas; cerca de 4 a 5 por final de semana. A
comerciante cita também o fato de não haver muitas formas de cultura e lazer em
Anapurus, as quais trariam movimento econômico mais abrangente e eficaz para a
sociedade local.
Com reportagem de Lucas
Monteles, Raíssa Sousa, Nayane Vieira, Layssa Cardoso, Hígor, Fatiane e
Ubiratan.

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